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Bahia investiga seis casos suspeitos de mpox; Sesab descarta relação com Carnaval

Seis casos suspeitos de mpox estão sob investigação na Bahia, segundo confirmação da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). O órgão informou que não há previsão para divulgação dos resultados dos exames e negou qualquer relação dos registros com o período do Carnaval. A secretaria também desmentiu rumores que circulam nas redes sociais sobre a existência de 38 casos confirmados no estado.

O boato ganhou força após a confirmação de um caso da doença pela Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, em um morador da capital gaúcha. De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o vírus foi identificado pela primeira vez em 1948, em macacos utilizados para pesquisa na Dinamarca, e o primeiro caso em humanos foi registrado em 1970, na atual República Democrática do Congo.

O período de incubação varia entre três e 16 dias, podendo chegar a 21 dias. Entre os principais sintomas estão febre, calafrios e lesões na pele. Na maioria das ocorrências, a doença dura de duas a quatro semanas e apresenta evolução leve ou moderada. O tratamento é voltado ao alívio dos sintomas e à prevenção de infecções secundárias, enquanto a principal forma de prevenção inclui evitar contato direto com pessoas com lesões suspeitas e manter a higiene frequente das mãos.